Mostrar mensagens com a etiqueta Língua. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Língua. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Teolinda Gersão

Redacção "Declaração de Amor à Língua Portuguesa"
Da escritora Teolinda Gersão; assim mesmo, com dois "c", que isto do Acordo Ortográfico tem os dias contados. Terá?
A Língua Portuguesa é muito traiçoeira!
Quem já se esqueceu da famosa TLEBS?
Leiam aqui.

quarta-feira, 13 de junho de 2012

Fernando Pessoa em chinês


Fernando Pessoa é universal e é do conhecimento geral que se encontra traduzido em várias línguas.
Em língua chinesa a primeira versão feita de uma obra de Pessoa, foi de “A Mensagem”, embora não completa.
O tradutor foi o macaense Luís Gonzaga Gomes (11-07-1907/20-03-1976), que, de entre outros, foi aluno de Camilo Pessanha. Durante os seus estudos liceais foi colaborador do jornal estudantil “A Academia”, que lhe proporcionou a oportunidade de conhecer alguns escritores portugueses.
Exerceu vários e diversificados cargos, além de tradutor, pelo que tinha um profundo conhecimento da língua chinesa. Autor de vasta bibliografia, a tradução parcial de “A Mensagem” (os poemas na íntegra são poucos), destinou-se a uma edição comemorativa do 24º aniversário da morte do poeta e destinava-se à divulgação aos alunos do Liceu onde na altura lecionava.
Posteriormente, por altura do quinquagésimo aniversário da morte de Fernando Pessoa, e com o patrocínio do Instituto Cultural de Macau, foi publicada a “Antologia Poética de Fernando Pessoa”, resultado da colaboração do Dr. Jin Guo Ping com o do Dr. Gonçalo Xavier (na altura estudante macaense na Universidade de Pequim), e a versão integral de “A Mensagem” em chinês, de autoria de Jin Guo Ping (Lic. em português pela Universidade de, Estudos Estrangeiros de Pequim; bolseiro da Gulbenkian e do Instituto Cultural de Macau; tradutor e autor de vários temas de Literatura portuguesa.
A abertura de Pessoa ao povo chinês iniciou-se, na verdade, com o trabalho pioneiro de Luís Gonzaga Gomes, mas, o movimento pró Pessoa tem tido um grande desenvolvimento nos últimos anos. As edições bilingues na china têm tido grande sucesso e a genial criação dos heterónimos tem sido motivo de grande interesse por parte dos chineses.
Além destas obras o Instituto Cultural de Macau lançou em junho de 1988, uma “Antologia de Fernando Pessoa”, edição bilingue de autoria de Zhang Weimin.

FERNANDO PESSOA 
POEMAS TRADUZIDOS PARA O CHINÊS


AUTOPSICOGRAFIA


O poeta é um fingidor.
Finge tão completamente
Que chega a fingir que é dor
A dor que deveras sente.

E os que lêem o que escreve,
Na dor lida sentem bem,
Não as duas que ele teve,
Mas só a que eles não têm.

E assim nas calhas de roda
Gira, a entreter a razão,
Esse comboio de corda
Que se chama coração.

28.02.1929




Fontes:
-Comunicação do Dr. Jin Guo Ping ao III Congresso Internacional de Estudos Pessoanos - Universidade de S. Paulo 1988, publicada no Número Especial da “Revista Cultura”, edição do ICM, Dedicado à Memória Portuguesa na Índia.
-Wikipédia.
Tita Fan

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Para onde foi a Cultura Clássica?



Em questão o declínio ou mesmo desaparecimento das línguas clássicas e também dos cursos técnicos e profissionalizantes. Reformas "eduquesas" debatidas por Maria do Carmo Vieira e Medina Carreira.

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Jogos de letras


Só a língua portuguesa consegue isso

 A letra "P"
Pedro Paulo Pereira Pinto, pequeno pintor português, pintava portas, paredes, portais. Porém, pediu para parar porque preferiu pintar panfletos. Partindo para Piracicaba, pintou prateleiras para poder progredir.
Posteriormente, partiu para Pirapora. Pernoitando, prosseguiu para Paranavaí, pois pretendia praticar pinturas para pessoas pobres. Porém, pouco praticou, porque Padre Paulo pediu para pintar panelas, porém posteriormente pintou pratos para poder pagar promessas.
Pálido, porém personalizado, preferiu partir para Portugal para pedir permissão para papai para permanecer praticando pinturas, preferindo, portanto, Paris.
Partindo para Paris, passou pelos Pirineus, pois pretendia pintá-los. Pareciam plácidos, porém, pesaroso, percebeu penhascos pedregosos, preferindo pintá-los parcialmente, pois perigosas pedras pareciam precipitar-se principalmente pelo Pico, porque pastores passavam pelas picadas para pedirem pousada, provocando provavelmente pequenas perfurações, pois, pelo passo percorriam, permanentemente, possantes potrancas.
Pisando Paris, pediu permissão para pintar palácios pomposos, procurando pontos pitorescos, pois, para pintar pobreza, precisaria percorrer pontos perigosos, pestilentos, perniciosos, preferindo Pedro Paulo precaver-se.
Profundas privações passou Pedro Paulo. Pensava poder prosseguir pintando, porém, pretas previsões passavam pelo pensamento, provocando profundos pesares, principalmente por pretender partir prontamente para Portugal. Povo previdente! Pensava Pedro Paulo...
Preciso partir para Portugal porque pedem para prestigiar patrícios, pintando principais portos portugueses. - Paris! Paris! Proferiu Pedro Paulo.
Parto, porém penso pintá-la permanentemente, pois pretendo progredir. Pisando Portugal, Pedro Paulo procurou pelos pais, porém, papai Procópio partira para Província. Pedindo provisões, partiu prontamente, pois precisava pedir permissão para papai Procópio para prosseguir praticando pinturas.
Profundamente pálido, perfez percurso percorrido pelo pai. Pedindo permissão, penetrou pelo portão principal. Porém, papai Procópio puxando-o pelo pescoço proferiu: Pediste permissão para praticar pintura, porém, praticando, pintas pior. Primo Pinduca pintou perfeitamente prima Petúnia. Porque pintas porcarias? Papai - proferiu Pedro Paulo - pinto porque permitiste, porém, preferindo, poderei procurar profissão própria para poder provar perseverança, pois pretendo permanecer por Portugal.
Pegando Pedro Paulo pelo pulso, penetrou pelo patamar, procurando pelos pertences, partiu prontamente, pois pretendia pôr Pedro Paulo para praticar profissão perfeita: pedreiro! Passando pela ponte precisaram pescar para poderem prosseguir peregrinando.
Primeiro, pegaram peixes pequenos, porém, passando pouco prazo, pegaram pacus, piaparas, pirarucus.   Partindo pela picada próxima, pois pretendiam pernoitar pertinho, para procurar primo Péricles primeiro. Pisando por pedras pontudas, papai Procópio procurou Péricles, primo próximo, pedreiro profissional perfeito.
Poucas palavras proferiram, porém prometeu pagar pequena parcela para Péricles profissionalizar Pedro Paulo.
Primeiramente Pedro Paulo pegava pedras, porém, Péricles pediu-lhe para pintar prédios, pois precisava pagar pintores práticos. Particularmente Pedro Paulo preferia pintar prédios. Pereceu pintando prédios para Péricles, pois precipitou-se pelas paredes pintadas. Pobre Pedro Paulo pereceu pintando...  Permita-me, pois, pedir perdão pela paciência, pois pretendo parar para pensar... Para parar preciso pensar.
Pensei. Portanto, pronto parei.
E você ainda se acha o máximo quando consegue dizer:
"O Rato Roeu a Rolha da Garrafa do Rei de Roma" Valha-te Deus...
(Daqui )

quarta-feira, 21 de março de 2012

O desacordo ortográfico

Os leitores frequentes já se aperceberam que aqui no Blogue comecei a escrever segundo o Novo Acordo Ortográfico a partir de setembro. Isto prende-se com o facto de que, a nível profissional fui obrigada a fazê-lo e parece-me um tanto esquisito usar duas ortografias diferentes no mesmo idioma. 
Contudo, os colaboradores do Blogue têm a liberdade de não querer fazê-lo ou mesmo não concordar de todo com o A.O., coisa que acontece com pelo menos dois deles. Porque o Blogue é plural e respeita outras opções, divulgo aqui a opinião de um deles.
"Andaram os miúdos, durante 10 anos, a estudar segundo as regras de antes do acordo ortográfico e, em 2 anos, têm de reprogramar o seu cérebro para os exames do 12º ano, que já são corrigidos com o novo AO. Para agravar ainda mais, vem o secretário de Estado da Cultura a dizer que cada um pode escrever como quiser:
(http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/ultima-hora/acordo-ortografico-andam-a-brincar-com-o-ensino)?
Por isso é que ainda continuo a escrever como se não existisse acordo. Por mais explicado que seja (http://www.ciberduvidas.pt/pergunta.php?id=29368) e para exemplificar, não posso aceitar que cor-de-rosa tenha hífenes e cor-de-laranja os tenha perdido. É verdade que ainda não fui à procura, mas gostaria de saber quem foi o, ou os Senhores Doutores, Professores Catedráticos com Pós-Doutoramento, que fizeram esta idiotice. Sim, lá ideias não faltaram. Possivelmente são estes que dizem que, quem não tem o grau de Mestre, no mínimo, não pode opinar nem produzir opinião... mas depois fazem estas merdax, ops, digo, merdas. Não pretendo ser ofensivo mas isto é português correCto... Claro que existem, e penso que são a maioria, catedráticos que não têm este tipo de estar."
O Que Não Sabe  Pensar 

quinta-feira, 1 de março de 2012

A Associação de Professores de Português em defesa do Acordo Ortográfico



Edviges Ferreira, presidente da Associação de Professores de Português, em entrevista à Agência Lusa, disse
"lamentar as declarações do secretário de Estado [da Cultura], e também que entre os governantes não haja acordo". A responsável recordou que "saiu uma portaria do Ministério da Educação, segundo a qual os professores são obrigados a aplicar o novo Acordo Ortográfico a partir do ano lectivo 2011/12, a decorrer". "E agora com que cara vão dizer aos alunos que cada um escreve como entende", questionou a docente. "Andam a brincar com o ensino, com os professores, com os alunos, com os pais, com toda uma comunidade", disse. (Daqui)
Eu cá, como devo ser bruxa, já tinha dito isto mesmo a noite passada aqui mesmo abaixo, num post chamado "O Acordo Ortográfico, uma teia de Penélope" .
Não há paciência para quem não respeita o trabalho dos docentes.

O Acordo Ortográfico, uma teia de Penélope



Era bom demais para ser verdade, que alguma coisa se pudesse fazer sem a respetiva guerrinha. Tudo gera polémicas, oposições e inimigos figadais. O Acordo Ortográfico não é exceção. Como quase todo o resto, transformou-se numa batalha com contornos políticos.
Neste país está a tornar-se moda os governos dizerem uma coisa e depois vir alguma coisa que os desautoriza. Não está em causa a justeza ou a pertinência dessas ordens, mas que sistematicamente as decisões se façam e desfaçam, faz lembrar uma teia de Penélope.
Desculpem os opositores ao A.O. mas depois de ações de formação obrigatórias nas escolas, manuais editados e instruções de como ensinar aos alunos a nova grafia, parece um nadinha atrasada a polemização de uma medida que já tinha sido implementada (e, para alguns, a muito custo). Porque não se discutiu a questão há um ano? Ou mais para trás ainda, antes da assinatura do Acordo?
Não será isto, por acaso, andar a gozar com a cara dos professores? Cá a mim parece-me. Mas também me parece que é para o lado que o secretário de estado Viegas dorme melhor. Deve estar mais preocupado em não contrariar o seu amigo Graça Moura, a quem empossou como diretor do CCB, desde o princípio um dos maiores opositores ao A.O. A notícia ridícula é esta:



Francisco José Viegas afirmou ontem que o Governo se prepara para alterar o Acordo Ortográfico até 2015 e que cada português é livre para escrever como entender. (EXPRESSO)
Como vai o secretário Viegas articular esta decisão de alterar o A.O., uma coisa que o MEC já mandou implementar nas escolas há meio ano? Não são agentes do mesmo governo? Em que ficamos?
Tenho vindo a utilizar minúsculas e a suprimir consoantes mudas nos textos do Blogue desde o dia 1 de setembro, data em que, no meu local de trabalho fui compelida a fazê-lo em todos os textos escritos, qualquer que fosse o seu teor. Até ordem expressa em contrário, escreverei assim. A maior parte dos colaboradores do Blogue também está a usar a nova ortografia nos textos, antes mesmo de eu ter decidido implementá-la. 
Por favor, entendam-se de uma vez as cabecinhas pensadoras. Mas sem fazer disto uma questão política ou guerrinhas de poderes, cada uma no seu quintal. 
A questão deve ser devolvida a quem de direito: aos especialistas em Linguística, à Academia das Ciências, mas não aos políticos, que só por mero acaso, às vezes, são também escritores.
Cada um fazer como quer não é nada. A ortografia deve ter uma norma comum aos falantes da mesma língua, ou, no mínimo, aos habitantes da mesma comunidade territorial. Ou não???


A Associação de Professores de Português reagiu assim a esta declaração do secretário de estado.

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

A importância dos textos

 " Les textes peuvent maintenant être lus non plus comme un résultat d’un don ou d’une inspiration divine mais bien comme le produit d’un ensemble de taches qui, répertoriées, explicitées, théorisées, deviennent accessibles à quelqu’un qui veut apprendre à écrire à partir des lectures qu’il fait. 
Claudette Oriol-Boyer
(Cortesia de Cátia Barroso

sábado, 4 de fevereiro de 2012

Vasco Graça Moura pretende revolucionar a Língua Portuguesa repondo a ortografia de Fernão Lopes

Vasco Graça Moura
Comissário político da própria vaidade, lastro e contrapeso do séc. XXI
"Neste dia da graça do Senhor de dôus de Fevereiro de 2012, houve-se neste Scentro ordem para que se poessêm tôdal'as palavras em sua devida orden, como sempre foram, para poder vel-as na expressão que teem, e sempre tiveram, e tôdalas gentes capazes de as apprender e uzar, na ordem da nossa philosofia, banindo peripherias desprezíveis da sensibilidade, apartadas do nobre stoicismo que reger-nos nos deve.

Que não se entenda este accto como caminho que passe por ôutro poncto, mas antes comprehendamos, e comprehendamos sempre, que não sôem ser estes acctos capellas ou grinaldas de diferente comprehensoom de nossa antigüa língua, afastando de nós essas veleidades, por mais que as poêssem como verdades, porque ellas e elles mais nos apartam da Contemplaçam, vellando-se atrás de pallavras, o sentido esthetico da fala, pois sentir hoje não é o mesmo que hontem não sentir. E mais se acresce, ó Juppiter, Pae Soberano, acima de todos os immortais: não te reprehendas, antes regosija-te, porque a jerarchia, mesmo quando não ditada pela Sabedoria, tem em si uma metaphysica das cousas d'ella que o ethereo assento justifica.
Solta tuas redeas, e aponta teu olhar n'estes preceitos, infundindo-lh'os, prosapia dos mortaes, que o fulgor do perniçioso torna em cylindros do Entenddimento.
"No caso que tenhas obrado mal, reprehende-te; e se bem, regosija-te".
Vasco da Grassa Môura
Com escolios e anottações críticas, na Regis Officina Typografica do Scentro Cultural de Behelem, acrescend'o-se normas anotadas e traducções, por neccessárias. 
Lisbôa, dous de Fevereiro do Anno da Graça de Dous Mil e Dôze. 
       
(Autoria: The Braganza Mothers com ortografia retirada de textos de Fernando Pessoa)

terça-feira, 4 de outubro de 2011

sábado, 3 de setembro de 2011

O Acordo Ortográfico entra em vigor. Com ou sem acordo.


Aqui temos um Blogue muito prático e útil, de António Pereira, professor na Escola Secundária Ferreira Dias, Cacém, exclusivamente dedicado ao novo Acordo Ortográfico.
Com ou sem concordância, a nova grafia vai mesmo ser implementada, a partir de agora nas escolas e a partir de janeiro nos organismos oficiais.
Fica a sugestão da consulta frequente deste Blogue, que tem links para para um conversor e remete para vários guias, a partir dos quais poderemos tirar dúvidas.

Imagem: grafismo de P.D. "Os Pescadores de Pérolas".

domingo, 24 de julho de 2011

Morreu Maria Lúcia Lepecki

Era brasileira, achava a língua portuguesa "uma delícia" e assumiu uma posição crítica em relação ao novo acordo ortográfico.
A escritora, crítica literária e ensaísta Maria Lúcia Lepecki morreu este domingo aos 71 anos em Lisboa, vítima de cancro.



"Nasceu em Axará, Minas Gerais, Brasil. Começou a ler aos cinco anos e aos nove a mãe começou-lhe a ensinar línguas - latim, francês e inglês. Mais tarde foi estudar para Paris, foi bolseira da Fundação Calouste Gulbenkian e professora catedrática na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Vivia em Portugal há várias décadas e conhecia perfeitamente a literatura portuguesa."

Ler mais aqui e aqui.

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Acordo ortográfico será aplicado no ensino em 2011/2012


O Governo aprovou hoje uma resolução que determina a aplicação do acordo ortográfico da língua portuguesa no sistema educativo no ano lectivo de 2011/2012 e na administração pública a partir de 01 Janeiro de 2012.

Ler aqui.

Não adianta fazer resistência. A entrada em vigor do novo acordo ortográfico é um facto consumado.
O melhor é ir começando desde já a treinar, ao menos para minimizar os efeitos da mudança quando chegar a altura de ter de começar a corrigir os "novos erros" dos nossos alunos...

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

O acordo ortográfico em doses homeopáticas


Não vale a pena alimentar o medo de que vamos chegar a um dia em que constatamos não saber escrever.
O acordo ortográfico já não está sujeito a "desacordos", pois ele já é um facto consumado (foi assinado em 1990) e veio para ficar.

Presume-se que a 1 de Setembro de 2011 o acordo será começado a introduzir nas escolas, mas a nova grafia já circula abundantemente na melhor imprensa. Temos até 2014 para adoptar (adotar) a nova grafia e deixar de escrever com erros.

Há que não confundir a língua com a ortografia e o melhor será irmo-nos desde já tentando adaptar, para daqui a alguns meses não depararmos com tantas dúvidas ao escrever.

Este acordo é um instrumento regulador da grafia, mas não é um acordo de unificação a língua. Ela continuará a ter diferenças nos planos sintáctico e lexical consoante os países. Noutros países onde há vocabulário e construções gramaticais diversas de Portugal,  como é o caso do Brasil, que tem 180 milhões de falantes, é óbvio que a superioridade numérica pesa sobre os 10 milhões de falantes de Portugal, mas ninguém nos irá obrigar a falar como os brasileiros.

Dispomos de algumas publicações especificamente dedicadas à divulgação das alterações introduzidas pelo acordo ortográfico, nomeadamente, alguns livros:
- de autoria de Sandra Duarte Tavares e Sara de Almeida Leite, que se pretende um guia temático para a resolução de grandes dúvidas intitulado SOS Língua Portuguesa;
- de Paulo Feytor Pinto, O Essencial sobre Política de Língua;
- um Dicionário de dúvidas, dificuldades e subtilezas da Língua Portuguesa, da autoria de Edite Estrela, Maria Almira Soares e Maria José Leitão;
- um novo Dicionário da Língua Portuguesa coordenado por João Malaca Casteleiro, à luz do novo acordo.
Dispomos ainda do Portal da Língua Portuguesa.

No programa "Sociedade Civil" da RTP2 às 14 horas, todas as sextas-feiras passará a haver uma rubrica dedicada à divulgação das alterações consignadas no acordo ortográfico. Hoje o programa contou com as presenças de Henrique Monteiro, director (diretor) do jornal Expresso, Hermínio Corrêa da CONFAP, Paulo Feytor Pinto, da Associação de Professores de Português e Sandra Duarte Tavares, consultora do site Ciberdúvidas.

Pode ver aqui a emissão de hoje.

MINHA PÁTRIA É MINHA LÍNGUA

sexta-feira, 30 de abril de 2010

Função do apóstrofo


A pergunta foi: qual a função do apóstrofo?
Para quem não se lembra, apóstrofo é aquele "risquinho" que serve para suprimir vogais entre duas palavras.... Ex: caixa d'água.

E a resposta (imperdível) merece um troféu:


(Clique sobre esta imagem para ampliar)

Enviado por L.A.