O dia 3 de Maio foi declarado Dia Mundial da Liberdade de Imprensa pela Decisão 48/432, de 20 de Dezembro de 1993, aprovada pela Assembleia-Geral das Nações Unidas.
Foi escolhido o dia 3 de Maio por se tratar da data do aniversário da Declaração de Windhoek.
Esta Declaração foi aprovada durante um Seminário organizado pela UNESCO sobre a "Promoção da Independência e do Pluralismo da Imprensa Africana", que se realizou em Windhoek, Namíbia, de 29 de Abril a 3 de Maio de 1991.
A Declaração considera a liberdade, a independência e o pluralismo dos media como princípios essenciais para a democracia e os direitos humanos. (PAN - Sintra)
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quinta-feira, 3 de maio de 2012
quarta-feira, 3 de março de 2010
Jornalismo de caixote do lixo

Lamentável a péssima figura desempenhada pelo jornal "i" a propósito do autor do Jumento.
Isto não é jornalismo de buraco de fechadura, como dizia o PM, este é de caixote de lixo mesmo. Há gente que tem tempo e paciência para perseguir bloggers, escarafunchar na vida alheia através da bufaria, como se fazia no tempo da outra senhora. Triste!
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
Que vergonha!

"Sócrates queixou-se de Crespo ao director da SIC"
"Foi o primeiro-ministro a dirigir-se a Nuno Santos, director de programas da SIC, para lhe dizer que o jornalista Mário Crespo era "um problema" que tinha de ser resolvido. Santos almoçava com Bárbara Guimarães no Hotel Tivoli, em Lisboa, no dia da entrega no Parlamento do Orçamento do Estado.
Nuno Santos, director de programas da SIC, é o "executivo de televisão" referido por Mário Crespo na coluna de opinião recusada pelo "Jornal de Notícias" e a quem José Sócrates disse que o pivot do "Jornal das Nove" da SIC Notícias era "um louco" e "um problema" que teria de "ter solução".
Segundo fontes da estação contactadas pelo Expresso, a conversa decorreu no dia de apresentação ao Parlamento da proposta de Orçamento de Estado para 2010, durante a hora de almoço, no Hotel Tivoli, em Lisboa.
Iniciativa da conversa foi de Sócrates
Segundo as mesmas fontes, terá sido José Sócrates e os seus dois ministros dos Assuntos Parlamentares e da Presidência (Jorge Lacão e Silva Pereira) a dirigirem-se à mesa onde se encontrava Nuno Santos a almoçar com a apresentadora de televisão Bárbara Guimarães.
Em tom exaltado e facilmente audível pelos presentes no restaurante, o primeiro-ministro terá tido a iniciativa de falar de Mário Crespo e do conteúdo do seu noticiário, considerando mesmo que o jornalista deveria "ir para o manicómio". "Definiram-me como um problema que teria de ter solução", escreveu Mário Crespo na crónica censurada.
Nuno Santos confirmou palavras do primeiro-ministro
A informação sobre o teor desta conversa chegou ao conhecimento de Mário Crespo, não através dos seus colegas da SIC, mas através de um e-mail "de uma pessoa que estava presente no restaurante e me transmitiu o que ouviu", disse o jornalista ao Expresso.
Crespo confirmou, em seguida, as informações junto de Nuno Santos e de Bárbara Guimarães, antes de escrever a sua habitual crónica destinada ao "Jornal de Notícias". Aliás, no artigo - que seria recusado pelo director do JN por, alegadamente, a informação não ter sido confirmada - Mário Crespo sublinha que o relato "é fidedigno. Confirmei-o" e transcreve mesmo partes do e-mail recebido."
Do EXPRESSO, 2 de Fevereiro de 2010
O que será ainda necessário para percebermos de que massa é feito José Sócrates?
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