Fotos de: Pérola de Cultura
sexta-feira, 8 de abril de 2011
quinta-feira, 7 de abril de 2011
ADD - continua o imbróglio
Na sequência do pedido do Presidente da República ao Tribunal Constitucional para proceder à fiscalização da inconstitucionalidade da revogação do modelo de Avaliação de Desempenho Docente pela maioria dos deputados da Assembleia da República há duas semanas, o deputado Miguel Tiago do PCP faz o seguinte comentário:
domingo, 3 de abril de 2011
Retiro
Por agora deveres mais altos (e chatos!) se levantam do que fazer reflexões para escrever num Blogue, pelo que as publicações são temporariamente interrompidas. Auf wiedersehen!
sábado, 2 de abril de 2011
Porque não há pilhagens no Japão?
(Imagem do Cafferty File)
Após o terramoto e tsunami de há três semanas no Japão, o mundo assiste com estupefacção a um fenómeno completamente inusual nestas circunstâncias: quando uma boa parte do país sofre com o caos e a destruição, ninguém ouve falar de roubos ou pilhagens, como aconteceu em 2005 nos EUA com o furacão Katrina, e após os terramotos do Haiti e do Chile.
O povo japonês, devastado pela perda de habitações, indústrias e campos de cultivo, anda ainda à procura dos seus familiares desaparecidos e conta os seus mortos. A acrescer a tudo isso, a ameaça nuclear é um perigo real que se abate sobre este país, já castigado no passado com duas bombas atómicas.
Tem sido notada a contenção, o civismo e a cidadania demonstarda pelos habitantes das zonas mais devastadas, que choram a sua desgraça, evidentemente, mas não se esquecem de ajudar o vizinho. No terreno multiplicam-se equipas de voluntários, que, sem nada ganhar, se vão revezando na busca de sobreviventes e resgate de pessoas e haveres no meio da destruição.
Nos supermercados os preços baixaram drasticamente logo que foi possível restabelecer o funcionamento dentro da "normalidade" possível na vida das populações. Os donos de máquinas de venda de bebidas passaram a distribui-las gratuitamente, por via do entendimento de que "todos trabalham para a sobrevivência de todos".
Onde nos outros países haveria vandalismo, ali há solidariedade. Onde haveria pilhagens, ali há generosidade. Qual a diferença? Como se explicam comportamentos em tudo contrários àquilo que é historica e sociologicamente expectável em situações de catástrofe?
Não páro de me espantar com esta elevada postura de cidadania e de me interrogar sobre os seus fundamentos, que contrastam aparentemente com o resto do mundo em condições idênticas.
Jack Cafferty, da CNN no seu artigo "Why there's no looting in Japan?" refere a possibilidade de haver uma relação entre esta demonstração de civismo e prática do Budismo e do Xintoísmo no Japão, decorrente dos valores éticos e morais inerentes à sua interiorização. Como refere Caffferty "values of conformity and consensus are considered virtues in their culture".
Cafferty fala num "vazio de moralidade" que acompanha os sentimentos das pessoas em situação de perdas múltiplas. No Japão, definitivamente, mesmo perdendo quase tudo, (algumas pessoas perderam mesmo tudo, incluindo a sua família e amigos), não se perdeu a moralidade.
(Obrigada ao Francisco Trindade pelo envio do artigo de Jack Cafferty).
Dia Internacional do Livro Infanto-Juvenil - Hans Christian Andersen
Andersen nasceu em Odense-Dinamarca, numa família muito modesta, seu pai contava-lhe histórias que ele adorava e muito novo aprendeu a ler. Contudo, foi obrigado a deixar a escola aos 11 anos, aquando da sua morte. Felizmente, a sua aptidão para o teatro e literatura já tinha nascido.
Aos 14 anos, já em Copenhaga, foi-lhe dada a oportunidade, pelo diretor do Teatro Real, de estudar, trabalhar como ator e bailarino e de escrever algumas peças. Em 1828, depois de ter publicado alguns livros, entrou para a Universidade .
Deixou uma extensa obra literária: ensaios, canções, peças de teatro, histórias, contos de fadas com os quais se tornou mundialmente conhecido e que fazem parte do imaginário da maioria das crianças do mundo, desde a sua publicação até hoje.
(Recortes em papel de Hans Christian Andersen)
Gostava muito de viajar e curiosamente visitou Portugal. Escreveu a respeito "Uma visita a Portugal em 1866", que é um relato muito curioso, interessante e pormenorizado de toda a sua estadia, com descrições e observações dos passeios, das visitas, a sua visão do país na época, as suas queixas do calor.
(Estátua de Hans Christian Andersen no Central Park em New York)
Foi sua anfitriã a família O'Neill, amigos de longa data, sobre quem faz muitas referências, e descreve, sobretudo, as suas estadas em Lisboa - Quinta do Pinheiro; em Setúbal -Quinta dos Bonecos; em Sintra, onde se encontra assinalada a casa em que se hospedou e ainda passagens rápidas por Aveiro e Coimbra. Em Portugal, sentiu-se inspirado e escreveu alguns poemas, que inclui no memorial da sua passagem pelo país. Hans Christian Andersen foi um criador com uma enorme e talentosa imaginação.
Texto de Tita Fan.
Imagens enviadas por José Ruy, a quem agradeço a colaboração.
A casa de Hans Christian Andersen em Sintra:
Hans Christian Andersen - o filme "My life is a fairy tale"
Nota da editora: ver mais sobre Hans Christian Andersen aqui, aqui e aqui.
Dia Internacional do livro infantil
No próximo dia 2 de Abril, dia Internacional do Livro Infantil, a Livraria Culsete, em Setúbal, vai, mais uma vez, abrir as suas portas, a partir das 15h, para promover a grande festa do livro que inclui o convívio das crianças e jovens com livros e autores, leitura de textos e narração de contos e oportunidade para desenhar sobre o que for ouvido ou simplesmente imaginado. Estarão presentes os escritores Luisa Ducla Soares e Fernando Bento Gomes e o autor de BD José Ruy.
Morada: Avª 22 de Dezembro 23 A - Setúbal
Tita Fan
(Na imagem um abeto plantado em Setúbal em 1998 em homenagem a Hans Christian Andersen)
sexta-feira, 1 de abril de 2011
1 de Abril, dia das mentiras
"São muitas as explicações para o Dia das Mentiras , mas quase todas remontam ao século XVI. Ao longo dos anos a comunicação social também tem entrado na brincadeira. O "Huffington Post" fez uma seleção das melhores "petas" de sempre.
Thomas Edison entra na História do 1 de abril pela mão do jornal nova-iorquino "Graphic".
Em 1878, o jornal noticiou que Edison tinha inventado uma máquina que transformava a água em vinho. Vários jornais acreditaram na história e publicaram-na."
A brincadeira pode ter surgido em França e chamava-se inicialmente Dia dos Tolos ou Dia dos Bobos.
Desde o começo do século XVI, o Ano Novo era festejado no dia 25 de Março, data que marcava a chegada da primavera. As festas duravam uma semana e terminavam no dia 1 de Abril. Pode ter sido esse o começo desta espécie de "festejo".
Ler mais aqui e aqui .
Ilustração: (c)Katrina Small
Mentira do 1 de Abril de Galileu
“Vi uma rapariga a patinar nos anéis de Saturno! Juro!”
– disse Galileo Galilei ao Cardinal Roberto Bellarmino em Roma, em 1611.
No Blogue Luís Diferr
quinta-feira, 31 de março de 2011
Bunsen nasceu há 200 anos
O químico alemão Robert Bunsen nasceu há 200 anos e foi o inventor de um dos instrumentos mais usados em laboratório: um bico a gás de intensidade regulável conhecido com o seu nome: o bico de Bunsen.
Ler mais aqui
(imagem do Google)
Horários de professor no CENSOS 2011
"Ao preencherem o Censos 2011 atentem bem nas vossas horas de trabalho enquanto professores.
Não deixem passar em branco esta oportunidade de ouro de fazer ver à Sociedade o quanto os Professores trabalham.
Eu marquei o máximo, porque É VERDADE.
Repassem aos vossos contactos.
Abraço"
(Recebido por e-mail)
"Instruções de preenchimento:
Assinale a opção que corresponde à sua situação.
Deverá ser indicada a opção cujo intervalo de horas corresponda ao número de horas de trabalho semanal na profissão principal.
Devem ser contabilizadas as horas semanais que habitualmente trabalha, devendo incluir as horas extraordinárias, sempre que estas tenham carácter regular. Inclua ainda o tempo passado no local de trabalho na execução de trabalhos tais como a preparação dos instrumentos de trabalho, preparação e manutenção de ferramentas."
§ ( )1 a 4
§ ( )5 a 14
§ ( )15 a 29
§ ( )30 a 34
§ ( )35 a 39
§ ( )40 a 44
§ (X)45 ou mais
Somos obrigados a mudar
Quando a Milú obrigou os professores a cumprir, com actividades diversas, a componente não lectiva na Escola deixando apenas, no máximo, 10 horas para a realização do trabalho individual, referi que iria deixar de trabalhar em casa ou na Escola para além do estipulado, como até então o fazia. Fiquei surpreedido por ter sido criticado por alguns colegas que diziam "como era possível eu tomar uma atitude destas? E o brio profissional?" Porque ainda não tinham percebido bem as implicações e porque somos animais de hábitos, se trabalho em casa todos os dias à noite ou no fim de semana , dificilmente vou alterar esta situação, compreendo que na altura os colegas reagissem desta forma.
Pois é, continuo a ser um professor activo, empenhado e dedicado (às vezes demasido) em todos os aspectos relacionados com a Escola mas, desde então, deixei de levar 'trabalho para casa', salvo em situações pontuais. No entanto, alguns dos meus colegas continuam a 'olhar-me' de forma, digamos, estranha quando reforço estas afirmações. Felizmente, estes, são cada vez menos mas continuam a não compreender como consigo não trabalhar, por exemplo, TODOS os Domingos para que a semana possa decorrer normalmente. Devido à nossa natural resistência à mudança, no início foi díficil adaptar-me, mas agora já está estabilizado e faço as tarefas em função das prioridades e da sua importância. Por exemplo, por ser menos prioritário, já demorei mais de um mês para corrigir e entregar um teste. Faz sentido? Claro que não! Estou consciente da situação e não tenho gosto em fazê-lo.
Fui obrigado a tomar esta atitude para poder disfrutar da família e fazer aquilo que gosto. Actualmente, comparando com a minha actividade profissional, estou tão ou mais ocupado com tarefas lúdicas e desportivas que me dão muito prazer. Obrigado Milú porque, com estas alterações, passei a ter uma melhor qualidade de vida e mais descanso intelectual...
O que não sabe pensar
quarta-feira, 30 de março de 2011
Aniversário de Edgar-Pierre Jacobs
E.-P. Jacobs - Portrait de "l'amie Suzon"
E.-P. Jacobs nasceu a 30 de Março de 1904 foi um extraordinário desenhador e pintor, autor de Bandas Desenhadas consideradas fabulosas e que marcaram gerações, como "A Marca Amarela"ou "O Mistério da Grande Pirâmide".
As personagens do Professor Philip Mortimer e do Capitão Francis Blake tornaram-se ícones incontornáveis para um vasto universo de apreciadores da BD franco-belga, de uma certa "linha clara", comum a Hergé e a Jacques Martin.
E.P. Jacobs - "Valentim", da Ópera "Fausto" de Gounot, 1930
O que pouca gente sabe é que Jacobs foi cantor de ópera (profissional), desenhou para os universos do teatro e que era também um extraordinário retratista, como se pode ver acima com "l'amie Suzon" ou aqui com a sua primeira "épouse Nini".
E.P. Jacobs - "Nini", 1939
Além disso, revelou enorme talento na ilustração para campanhas publicitárias, ramo onde exerceu actividade durante anos em paralelo com as restantes, em época de maiores necessidades financeiras.
E.-P. Jacobs - "La Mode", 1931
O que pouca gente sabe é que Jacobs foi cantor de ópera (profissional), desenhou para os universos do teatro e que era também um extraordinário retratista. Além disso, revelou enorme talento na ilustração para campanhas publicitárias, ramo onde exerceu actividade durante anos em paralelo com as restantes, em época de maiores necessidades financeiras.
Luís Diferr - "Lady Blitz", 1992
Em Portugal, Jacobs é, desde há muito, seguido e homenageado pelo desenhador Luís Diferr, a quem o especialista João Paulo Cotrim classificou como "um nostálgico"!
Ler mais aqui.
Lula, um homem da luta
Veio a Portugal receber um prémio pela sua luta a favor dos direitos humanos e receberá um doutoramento honoris causa na Universidade de Coimbra. Está acompanhado de Dilma Rousseff, a sua sucessora, também ela uma mulher da luta.
Convém lembrar que o Brasil é uma república federativa de regime presidencialista e o partido do presidente da república é quem na prática detém a orientação política dominante.
Lula, que nasceu em Pernambuco e trabalhou desde os sete anos, assumiu que foi apenas "um encarregado do povo brasileiro, o verdadeiro herói das Terras de Vera Cruz e o inquilino do Palácio do Planalto".
Ninguém, aparentemente, à excepção dos brasileiros que o elegeram para dois mandatos consecutivos, acreditava ser possível a um operário vindo dos bairros periféricos de S. Paulo e quase sem instrução académica, dirigir o maior país da América do Sul, com muitos milhões de habitantes.
Lula andou nas greves e manifestações de rua, assim como Lech Valesa. Lula fez crescer o PT nas ruas dos bairros paulistas industriais conhecidos como ABC (Santo André, S. Bernardo e S. Caetano). Valesa esteve na linha da frente do crescimento do Solidarnosc na Polónia, a partir dos estaleiros de Gdansk.
Este homem, contra todas as expectativas da velha Europa, elevou nos últimos anos o Brasil a uma potência em desenvolvimento, com um crescimento económico extraordinário, com a democracia mais consolidada e os direitos sociais mais distribuídos.
Lula foi considerado pelo Financial Times uma das 50 "personalidades que moldaram a década", a Time referiu-o como um dos 25 líderes mais influentes do mundo em Abril de 2010, e os seus concidadãos classificam-no como "o líder mais popular da história do país", pelo seu "charme e habilidade política".
Ao contrário do que diz o inenarrável Miguel Sousa Tavares, as revoluções podem fazer-se na rua. Fazem falta os homens da luta. Em Portugal, no Brasil, no Magrebe, no Médio Oriente, em toda a parte. Os grandes movimentos sociais fazem-se de uma componente fundamental de rua. O resto vai atrás.
É pena que alguns movimentos de rua tenham acabado em massacres como Tiananmen e que um homem da luta com Lui Xiao Bo continue preso nas malhas de uma ditadura fora do tempo, sem que a comunidade internacional deixe de se vergar aos "superiores" interesses económicos do comércio com a China.
Foi pena também que os movimentos de rua da Checoslováquia conhecidos como "Primavera de Praga" tenham acabado num interminável inverno cinzento, sob o domínio neo-estalinista.
Mas algumas das revoluções podem fazer-se na rua. Não foi na rua a Revolução Francesa, com a tomada da Bastilha? Não foram na rua as recentes revoluções da Tunísia e do Egipto?
Que vivam todos os homens da luta, pois eles muitas vezes são capazes de transformar as sociedades, libertar os povos e fazê-los crescer!
terça-feira, 29 de março de 2011
Eduardo Souto Moura - Prémio Pritzker de Arquitectura
Casa das Histórias de Paula Rego, Cascais, projectada pelo Arquitecto Eduardo Souto Moura
Foto de Pérola de Cultura
"O prémio Pritzker, galardão que é considerado o "Nobel da arquitetura", foi atribuído este ano ao arquiteto português Eduardo Souto Moura."
Leia aqui.
O Arquitecto disse nunca esperar receber este prémio, conforme se pode ver aqui:
segunda-feira, 28 de março de 2011
Suspenso o modelo subjectivo de avaliação dos professores
ABC, Marcha da Indignação dos Professores, Lisboa, 8-3-2008
Foi finalmente suspenso, em 25-3-2011, com os votos de todos os deputados menos os socialistas e o social-democrata Dr. Pacheco Pereira, o sistema de avaliação de professores do ensino básico e secundário que os governos socialistas tinham criado e teimado.
Ninguém na classe dos professores contesta a avaliação, que até já acontecia, ainda que fosse displicente. Contestava-se o modelo de avaliação que o Governo impôs. Um sistema que o Governo criou, e manteve, apesar do protesto generalizado, e que teve consequências terríveis nas escolas, devido às opções erradas de critérios subjectivos e de avaliação interna por colegas da mesma escola, até de áreas científicas diversas... A missão do professor passou a ser sujeita à necessidade de agradar ao chefe directo que podia punir o ex-colega com uma avaliação tendenciosa. A harmonia das escolas foi rompida pela zangas da avaliação, pela desconfiança da estratificação, pelas quotas de promoção.
Creio que é agora possível conceber, com paz, com os professores um sistema justo de avaliação, que valorize o mérito. Um novo modelo de avaliação que seja baseado em critérios objectivos e executado por uma agência externa com a colaboração de professores de outras escolas (nunca da mesma).
Publicado por António Balbino Caldeira em Do Portugal Profundo
Órgão do mar
Situado na costa de Zadar, uma cidade da Croácia, encontramos o Órgão do Mar, degraus cravados em rochas que têm no interior um interessante sistema de tubos que, quando empurradas pelos movimentos do mar, forçam o ar e, dependendo do tamanho e velocidade da onda, criam notas musicais, sons aleatórios.
Criado em 2005 ganhou o prémio europeu para espaços públicos (European Prize for Urban Public Space). O Órgão do Mar recebe turistas de várias partes do mundo, que vêm escutar uma música original que dá muita paz. O lugar também é conhecido por oferecer um belo pôr-do-sol, o que agrada ainda mais às pessoas que visitam a localidade.
As lacunas no concreto servem para o Órgão 'respirar' e também para levar os sons criados nas tubulações.
(Recebido por e-mail)
Chumbo do modelo de ADD é para promulgar
De acordo com as notícias do I on-line Cavaco Silva não irá contra a decisão tomada pela coligação do PSD, PCP, PEV, BE e CDS/PP na Assembleia da República na última sexta-feira, a respeito do modelo de Avaliação de Desempenho Docente.
Espera-se portanto a promulgação do diploma e a rejeição do pedido do governo para que o Presidente da República remetesse o mesmo para o Tribunal Constitucional. Tudo indica pois que esta ADD cai com o governo de Sócrates, conforme diz também o I. Acho muito bem!
Espera-se portanto a promulgação do diploma e a rejeição do pedido do governo para que o Presidente da República remetesse o mesmo para o Tribunal Constitucional. Tudo indica pois que esta ADD cai com o governo de Sócrates, conforme diz também o I. Acho muito bem!
domingo, 27 de março de 2011
Professor em tarde de domingo
"Nesta tarde (ou manhã, ou noite), em algum lar, um(a) professor(a) está preparando a aula para o seu filho na escola, enquanto você trabalha ou assiste TV.
Neste mesmo minuto, professores do mundo todo estão usando o seu “tempo livre”, muitas vezes gastando do seu próprio bolso, para a educação, prosperidade e futuro do seu filho.
Copie e cole esta mensagem se você é professor ou se valoriza os professores.
Claudio Alex, in MULTIPLY"
Comigo tem acontecido sobretudo ver testes sumativos nos fins-de-semana e assim continuará a ser até ao fim do período... Não há a sensação de ter descansado quando se inicia a manhã de segunda-feira.
A opinião pública, intoxicada que anda por MST, Rangel e quejandos, pensa que trabalhamos pouco, ganhamos imenso e fartamo-nos de ter férias. Grande engano!
As coisas não aparecem feitas por si sós e os alunos não aprendem se não investirmos num trabalho de qualidade. E esse não cai do céu já pronto, nem depende de esquemas de avaliação espúrios e de intenções duvidosas.
Os professores, na sua generalidade, trabalham muito e sacrificam muitos dos seus fins-de-semana, que deveriam ser passados em família, a classificar provas, preparar aulas e outros materiais didácticos, enquanto os alunos e as suas famílias disso não fazem a menor ideia.
Continua o reinado do "animal feroz"
Para ler aqui e chorar de irritação!
Não se percebe como é que aquela gente, depois de tudo o que já se viu, continua a encarneirar!
As velhas figuras de referência do Partido Socialista devem ter vendido a alma ao Diabo! Quanto às novas, perguntamos o que têm realmente de socialistas...
Babel de Sidi Larbi Cherkaoui
Espantosa coreografia num espectáculo quase perfeito, que, poderia dizer-se, reune ópera, teatro e ballet, com canto e música ao vivo. Ontem no Centro Cultural de Belém.
Apagão em Lisboa
Há um ano a Pérola de Cultura juntou-se a este evento, conforme se pode ver aqui. Este ano foi testemunhar o apagão entre as 20:30 e as 21:30 junto de um dos mais emblemáticos monumentos de Lisboa: o Mosteiro dos Jerónimos. A diferença é surpreendente.
Fotos: Pérola de Cultura
"Centenas de milhões de pessoas poderão contribuir hoje para o objetivo de pôr o planeta às escuras, num "imenso apagão", alertando para a necessidade de mudar comportamentos de modo a evitar o aquecimento global e as alterações climáticas. (...)
Mosteiro dos Jerónimos, Ponte 25 de Abril, Cristo Rei, Torre de Belém, Padrão dos Descobrimentos, Castelo de S.Jorge, estações ferroviárias de Santa Apolónia e do Rossio, Teatro D. Maria II, Aqueduto das Águas Livres ou Sé de Évora são alguns dos monumentos que podem estar às escuras."
Ler mais aqui.
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