domingo, 6 de novembro de 2011

Para mim, basta o essencial!



"Contei meus anos e descobri que terei menos tempo para viver daqui
para a frente do que já vivi até agora.
Tenho muito mais passado do que futuro.
Sinto-me como aquele menino que recebeu uma bacia de cerejas.
As primeiras, ele chupou displicente, mas percebendo que faltam
poucas, rói o caroço.
Já não tenho tempo para lidar com mediocridades.
Não quero estar em reuniões onde desfilam egos inflados.
Inquieto-me com invejosos tentando destruir quem eles admiram,
cobiçando seus lugares, talentos e sorte.
Já não tenho tempo para conversas intermináveis, para discutir
assuntos inúteis sobre vidas alheias que nem fazem parte da minha.
Já não tenho tempo para administrar melindres de pessoas, que apesar
da idade cronológica, são imaturos.
Detesto fazer acareação de desafectos que brigaram pelo majestoso cargo
de secretário geral do coral.

'As pessoas não debatem conteúdos, apenas os rótulos'.
Meu tempo tornou-se escasso para debater rótulos, quero a essência,
minha alma tem pressa...
Sem muitas cerejas na bacia, quero viver ao lado de gente humana,
muito humana; que sabe rir de seus tropeços, não se encanta com
triunfos,
 não se considera eleita antes da hora, não foge de sua mortalidade,
Caminhar perto de coisas e pessoas de verdade,
O essencial faz a vida valer a pena.
E para mim, basta o essencial!"

 Mário de Andrade

(Recebido por e-mail da querida amiga R. C.)

sábado, 5 de novembro de 2011

Parabéns Anovis Anophelis!



O editor do Blogue Anovis Anophelis é Francisco Trindade, meu colega professor de Filosofia. 
O Blogue foi encerrado pela vontade expressa do Francisco, que a 20 de Maio escrevia: 
"Toda a realidade é cíclica!...
Hoje chegamos ao fim dum ciclo. 
O Anovis Anophelis vai parar por aqui as suas actividades. 
(...) Era o que faltava se só a realidade digital contasse!".

E assim se encerrava oficialmente este Blogue, alimentado carinhosamente durante anos. 
O espaço de partilha de textos sérios, e por vezes longos, publicados no Anovis, era desanuviado muitas vezes por vídeos ou cartoons de humor, quantas vezes mordaz, mas sempre interventivo. 
Os temas variavam entre política ou Filosofia, educação ou música.
Apesar de ter pena, compreendi as razões do Francisco, pois eu própria já senti várias vezes vontade de fazer o mesmo. A vida de professor é cada vez mais difícil, ocupada e absorvente. 
Mas ter o apreço de colegas e amigos que nos dizem que leem o Blogue e aprendem coisas ou se divertem após um dia cansativo de trabalho, é um estímulo para continuar a escrever e a cultivar o gosto pela partilha de opiniões e reflexões.
Não sei porquê, mas sempre pensei que era preferível não retirar o link do Anovis Anophelis da barra lateral da Pérola de Cultura. Afinal o Francisco é o seu padrinho técnico. Foi ele que me ensinou a começar a gatinhar nos meandros desta plataforma do Google, uma das que permitem fazer Blogues.


Hoje o Francisco publicou um novo post no Anovis e chamou-me a atenção para uma circunstância que não posso deixar de assinalar: o Blogue, apesar de estar há quase meio ano tecnicamente encerrado, nunca deixou de ter pelo menos 250 visitas por dia, as quais somaram ontem 1 milhão! Além disso, por feliz coincidência o Blogue fez no mesmo dia seis anos! 
Assim se prova a verdade do adágio "os homens passam, mas a obra fica"!
Muitos parabéns, Francisco! Junto-me ao teu brinde! Longa vida aos talentos!

Week-end Tube - Dona Nobis Pacem - W. A. Mozart

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Peace still fits


Blog Blast for Peace-4-novembro-2011. Junte-se a nós aqui

Imagem personalizada por Luís Diferr a partir do fundo criado por Mimi Lenox 

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Dia de Todos-os-Santos



Recordar com saudade os entes queridos que nos deixaram.
Mas também há que preservar, ainda assim, algum bem-estar para os vivos. Com urgência. 
Cantar é por vezes, para mim, um possível remédio para a tristeza...
... já que dançar não posso e correr ainda menos :-(

Nobel da Paz para três mulheres

Nobel da Paz distingue luta das mulheres pelos direitos humanos


Três mulheres dividem o Nobel da Paz de 2011: as liberianas Leymah Gbowee e Ellen Sirleaf, presidente do país, e a iemenita Tawakkul Karman, figura destacada da mobilização pela democracia, que já dedicou o prémio "a todos os activistas da Primavera Árabe".

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

"A vida é bela", fado a propósito da Musa do Blogue


António Zambujo - "Fado da vida Bela"
Para Luís Diferr, um dos seus fados preferidos.

Pearl em jeito de Halloween


Os posts do Halloween do ano passado assinalavam uma considerável boa disposição, e também algum gosto pela pesquisa, coisa que este ano, por várias razões, não possuo. Voltei a lê-los; há um ano a vida parecia estar a correr-me bem. Não é o caso neste momento.
(Pronto, lá vai o Paulo Guinote dizer que este é um Blogue confessional, apesar de que tenho feito um grande esforço de descentramento do Eu nas últimas semanas, but... Sorry, há épocas difíceis na vida.)

Contudo, a moda do Halloween ou noite das bruxas, parece ter vindo para ficar e não há como inverter esta tendência. Por isso e porque tenho amigos do outro lado do mar, não quero deixar de assinalar esta data simbólica para a cultura anglo-americana.

Por gentileza de um dos colaboradores deste espaço, os leitores são premiados com mais uma imagem da Pearl, a musa deste Blogue, desta vez vestida de bruxinha. Eu acho que devem deixar-se enfeitiçar por ela e ter uma noite de Halloween memorável.
Luís Diferr desenhou-a especialmente para a Pérola de Cultura e para vosso prazer. Enjoy it!
Obrigada, Luís!

(Ilustração: desenho de Luís Diferr sobre fundo de imagem web)

domingo, 30 de outubro de 2011

Week-end Tube em estado down

Já somos 7 biliões na Terra


As Nações Unidas anunciaram o número de 7 biliões para a população do planeta por estes dias. Esta tem vindo a crescer exponencialmente, sobretudo a partir de 1850. Nos últimos 50 anos a esperança de vida aumentou devido a melhores cuidados de saúde, evitando, sobretudo, as elevadas taxas de mortalidade infantil que dantes se verificavam. Também os idosos vivem em geral mais tempo do que há um século.

A população portuguesa tem uma taxa de nascimentos e de mortes igual, pelo que a população não cresceria nem dimuiria. Mas tem um aumento de imigrantes de 0,3% pessoas por ano, o que tem conduzido a um aumento da população residente.

Se quiser saber qual é o seu número na História da população da Terra, clique aqui.

"Carta aberta a um funcionário público" por João Miguel Tavares

"(...) você sofre mais porque o seu patrão não presta. Você sofre mais do que um trabalhador privado porque lhe mentiram, dizendo-lhe que o Estado era o paraíso laboral, pois nunca despedia e tudo oferecia. Infelizmente, o Estado foi apenas glutão, irresponsável e incompetente. Você sofre mais do que todos os outros porque a empresa onde trabalha faliu. As portas continuam abertas, é certo. Mas não se engane: o seu patrão mudou. Para sempre."

Ler aqui o texto completo.

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Hergé sobre o filme "Tintin" de Spielberg: “Serei certamente traído, mas com ele sê-lo-ei de forma talentosa."


Benoît Peeters, argumentista belga de Banda Desenhada e grande conhecedor da obra de Hergé, escreve aqui um texto de agradecimento a Spielberg sobre este filme, no seu entender, uma obra magnífica, que vale por si enquanto filme, mas que não atraiçoa o espírito dos álbuns de Tintin.

Hergé nos seus estúdios

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Os Media e a Educação

(Clique para ampliar)

Conferência "Os Média e a Educação", desta vez com a presença de jornalistas, a 4ª da série Educação e Valores. Amanhã, às 18, 30 na Livraria Bucholz, em Lisboa.

Paulo Guinote versus Maria de Lurdes Rodrigues


Paulo Guinote, o editor do Blogue mais lido da esfera docente, A Educação do Meu Umbigo, foi alvo de um processo por parte de um jornalista da Visão. Em causa está um artigo sobre os aumentos salariais dos professores que é uma perfeita mistificação. Os dados, suponho eu, que não conheço os pormenores do processo, devem ter sido fornecidos pelo próprio ministério da Educação, liderado em 2006 por Maria de Lurdes Rodrigues.

Não me espanta por aí além que um jornalista processe Paulo Guinote, alguém que não teme as palavras e não evita pôr às escâncaras a verdade quando é caso disso. Ministros, políticos ou diretores têm passado nem sempre incólumes pela sua pena implacável. O que me espanta é que o ministério público ou os tribunais portugueses não tenham mais com que se ocupar, por exemplo, caçar os criminosos que puseram este país de pantanas, e, em vez disso, se deem ao trabalho de constituir arguido um professor de História, cujo único crime é fazer um Blogue.

Não conheço o jornalista em questão, mas sei de que massa é feito Paulo Guinote: é pessoa honesta, feita de simplicidade e lisura. Incómodo, mas vertical. Cobardia é coisa que nunca lhe conheci e não será por ser alvo de um processo ridículo que perderá a sua paz de espírito. É, em conjunto com outros professores da blogosfera docente, das pessoas que mais tem feito pela dignidade dos professores portugueses. E não se pode falar de dignidade sem repor a verdade. Por isso me solidarizei com ele desde a primeira hora.



Atrevo-me a dizer que espero que este processo não chegue à fase de julgamento; mas se chegar, gostaria de ver a cara de Maria de Lurdes Rodrigues, que se prestou ao triste papel de ser testemunha, a favor da acusação e contra o Paulo.

A ex-ministra, por sua vez, é arguida num processo, "acusada do crime de prevaricação de titular de cargo político pelo DIAP de Lisboa". Em causa estão mais de 300 mil euros de um contrato com "um amigo"...

Não sei qual é a credibilidade de uma testemunha que tem o rabo preso num processo destes. Pelos vistos não está suficientemente ocupada com o tacho da presidência da Fundação que Sócrates lhe ofereceu de bandeja quando deixou o ministério da educação. Então, vai gastar o seu tempo a testemunhar em tribunal contra um "zeco"! Se lá puser os seus excelsos pezinhos!

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Chove



Chove...
Mas isso que importa!,
se estou aqui abrigado nesta porta
a ouvir a chu
va que cai do céu
uma melodia de silêncio
que ninguém mais ouve
senão eu?
Chove...
Mas é do destino
de quem ama
ouvir um violino
até na lama


José Gomes Ferreira

Tintin, by Spielberg

Finalmente estreará amanhã, quinta feira, em Portugal The Adventures of Tintin, o filme tão aguardado de Steven Spielberg e Peter Jackson. 


A avant-première mundial teve lugar em Bruxelas ontem, com pompa e circunstância: acrobatas saltaram do topo de um cinema para descobrir a tela animada em que surgia Tintin e o Capitão Haddock. Até Milou abria a boca de espanto, ao ver a avenida cheia de polícias que tentavam conter a multidão maravilhada! A grande tela do Cinema anunciava em letras gigantescas no topo do edifício: «Tintin back to Belgium».


O filme só vai estrear nos EUA a 21 de dezembro por decisão de Spielberg, que chegou a falar com Hergé, tendo combinado com ele um encontro em Bruxelas, o  qual não veio a acontecer por morte deste. Assim sendo, a prioridade da estreia foi dada à Europa, até porque é aqui que as pessoas melhor conhecem estes heróis de Hergé.


Esta construção cinematográfica é um projeto para uma trilogia e inspira-se em histórias de Hergé como "O Caranguejo das Tenazes de Ouro" e "O Segredo do Licorne", publicadas entre 1941 e 1943 em Bruxelas no jornal "Le Soir"; é possível que o segundo filme se centre sobre "O Tesouro de Racham o Vermelho". 
Mas não sei se Georges Rémy se poderia rever nesta versão digital dos seus heróis... 

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Mornas de Cesária



A música de Cabo Verde e as mornas cantadas por Cesária Évora em particular, são das melodias que mais me põem de bem com a vida. Temi pela vida da Cize, internada há um mês em Paris, após dois AVCs. Felizmente está de volta a Cabo Verde, sua terra natal. É bom, pois embora já não vá cantar profissionalmente, assistirá ao sucesso garantido do seu último disco. 

Notícia aqui.


Recordo aqui uma das suas mais belas interpretações:




E que tal uma tentativa em crioulo?


Bo, ka ta pensa nha cretcheu, nem bo ka ta imagina,
K'ma longi di bo ntem sofrido,
Pergunta lua na ceu, lua nha companheira di solidão,
Lua vagabundo di espaço, ki conché tudu nha vida, nhas disventuras,
El ki ta contabu nha cretcheu, tudu o kun tem sofrido na ausencia e na distancia...
Mundo bo tem enroladu ku mi, num jogo di cabra cega sempri ta perseguim,
Pa kada volta ki mundo da, é ta trazem um dor pan txiga mas pa Deus...

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Por Rafael, vítima de bullying



Era aluno da Escola Pedro de Santarém, tinha 10 anos e as orelhas grandes. Diz-se que estava farto que gozassem com ele. Estava referenciado como aluno hiperativo, mas ainda assim, com sucesso escolar.
Aparentemente preparou a sua morte (?) com requintes improváveis para a sua idade: um fato de surf e uma coleira de cão serviram para uma encenação macabra de suicídio por enforcamento.
Cheira por todos os lados a história mal contada. Mas o que é facto é que uma criança morreu.
Seja como for, paz à sua alma e castigos exemplares para os bullies. Enquanto tal não acontecer, não vão parar os casos de violência sobre alunos e professores nas escolas.


Notícia aqui.

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Conferência " Equidade e Educação"

(Clique sobre a imagem para ampliar)

Amanhã na Livraria Bucholz, em Lisboa pelas 18,30 a 3ª de um ciclo de conferências, com  coordenação e moderação de Paulo Guinote. 

Atenas a ferro e fogo



Literalmente. Aquela que foi outrora o berço da mais florescente civilização ocidental, berço da cultura, das artes e da primeira forma de democracia, está hoje transfigurada. Palco de revolta, tornou-se nos últimos tempos num cenário dantesco, de pancadaria, incêndios, pedradas e cargas policiais. A população de todas as classes sociais, em desespero, vira-se para a violência.




Confesso que, independentemente do risco do "efeito dominó" que estas revoltas possam vir a acarretar no resto da Europa, causa-me muita tristeza e consternação ver Atenas a ser palco de semelhante cenário. Ela foi a primeira cidade que visitei com a poupança do meu primeiro ano de salários como professora. Atenas, a cidade da Filosofia, onde me sentia em casa, onde cada pedra me contava uma história, corre o risco de transformar-se numa nova Beirute em tempos de guerra.

Ler aqui a notícia.

Kadhafi, one way ticket to hell



Kadhafi está oficialmente morto. Obviamente recuso-me a reproduzir aqui a sua imagem desfigurada. Longe de mim regozijar-me com a morte de homem algum. Como não me regozijei com a de Sadam Hussein. Kadhafi devia ser julgado antes de tudo. Mas compreendo o desejo de o quererem morto.


O que duvido é que este camarada tenha o passaporte que ele desejava para a História. Penso que ele não precisava de ter acabado deste modo humilhante. Se tivesse entregado o poder em tempo útil, democratizado o país e reconhecido que o seu tempo havia chegado ao fim em terras da Líbia, teria evitado este fim trágico. Mas assim não seria um mártir... e não é assim que os ditadores procedem. Kadhafi não seria ele próprio. 




Recordo-me do aparato com que veio a Portugal, acompanhado de uma imensa guarda de gala feminina, a tenda de luxo que lhe montaram no Forte de S. Julião da Barra, as honras que o governo português lhe prestou e a exagerada comitiva que trazia. Na Líbia ficaram célebres as festas de arromba que dava nos seus exuberantes palácios e até a sua auto-coroação como "rei" do mundo árabe! 


Pensaria assim conquistar a glória póstuma? Como aqueles desgraçados que se fazem explodir matando milhares, na expetativa de ir para os braços das virgens de um paraíso que só existe nas suas cabeças?


Para quê tamanho fausto, para quê tamanha soberba? Se tudo acabou afinal num buraco, sem coroa e sem trono, sem ouro e sem brocados, sem séquito e sem poder, com meia dúzia de balas enfiadas no corpo, como se fosse um vulgar maltrapilho. Não valeu a pena, Muamar!

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Aos professores do ensino público



Creio que a nossa situação de funcionários públicos é caótica. Nunca me lembro de um retrocesso desta natureza após o 25 de Abril. Alguém disse ontem que é a maior perda de poder de compra de sempre e que a nossa condição social será como se voltássemos ao Estado Novo. Penso que há nisto alguma razão, pois pelo que me lembro, e alguns de vós deveis lembrar-vos também, no tempo de Salazar fazia-se a apologia da pobreza. A miséria era inerente à submissão, logo conveniente. Infelizmente, penso que estamos a aproximar-nos perigosamente dessa apologia da pobreza. Do conformismo, do come e cala-te. Fiquemos pois pequeninos, pobrezinhos e honradamente conformados. Não nos pagam para pensar, menos ainda para opinar. Qualquer dia não nos pagam, ponto. Então, muita sorte em - ainda - termos emprego, é o que nos dizem.
Não sei bem o que se pode fazer numa circunstância tão séria como esta. 
Já me esmoreceu a fé em manifestações e greves. Por enquanto, estou doente. 
Deixem-me hibernar até 2014, que assim não pago despesas de Hospital...
Escravizados, mas conscientes de que o estamos a ser. É o mínimo.

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Dia mundial pela erradicação da pobreza



"Grãos de uma romã" - Vídeo oficial lançado hoje pela associação CAIS

"Uma viagem com Platão" de Robert Rowland Smith

Robert Rowland Smith no seu recente livro "Uma viagem com Platão" (já traduzido em português) valoriza a crise como fator positivo, donde pode emergir uma forte estímulo ao pensar, à reflexão crítica e à consequente busca de soluções.
Diz ele que pensar ainda é de graça, não custa nada e ainda pode resolver problemas. Convida-nos a dar um passeio com Platão pelos momentos mais marcantes da nossa vida, revisitando-os com os olhos da Filosofia.


Smith não deixa de ter alguma razão, pois segundo alguns teóricos, constatamos que, ao longo da História, é muitas vezes das crises que emergem novas etapas, decisivas para a renovação (ou evolução) da Humanidade. 
Será assim? Há sempre quem goste de ver o copo meio cheio. O meu, em particular, está decididamente meio vazio. Pessimista, eu! Mas o livro é de apetite. Não fora... a crise!

Veja aqui o vídeo com as declarações deste filósofo britânico e a entrevista à TVI24.

(Obrigada à Ana Silva pelo envio do link).