domingo, 20 de maio de 2012

Sobre os mega-agrupamentos escolares



Em Portugal, no que respeita à Educação, às vezes tenho a sensação de que os órgãos que tomam as decisões devem pensar que por cá a Terra gira ao contrário. 
É muito estranho, bastaria ler os sinais do que vai pelo mundo para evitar a tempo o tsunami.
Todos os que experimentaram já se arrependeram deste disparate dos mega-agrupamentos e estão a voltar a unidades de ensino mais pequenas, 300, 400, 600 alunos no máximo. São muitas as experiências a respeito da inversão desta tendência. Mas, por cá, como sempre, temos de bater no fundo para a seguir acordar. Entretanto, sofrer os altos custos dos erros sucessivos. 
O que fazer? Parece que só os cifrões importam, pouco ou nada as pessoas.


Notícia aqui.

2 comentários:

  1. Subscevo inteiramente!
    Sempre a meter marcha-à~ré e a imitar e adoptar o que foi rejeitado noutros lados!
    É uma estupidez tal que não entra em nenhuma compreensaõ de quem observe co o mínimo de atenção o país e a (des)Educação.
    Berijinhos, Lelé!
    Bom resto de fim-de-semana! :)

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    1. Sim, Margarida, a tendência aqui é sempre fazer os erros e depois levar anos a pagar as suas consequências. Começou com a Maria de Lurdes, depois continuou com a Alçada e o Nuno Crato não conseguiu quebrar a onda e ainda reforça os mega-agrupamentos.

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