segunda-feira, 21 de setembro de 2009

É urgente salvar o rio Tâmega











O rio Tâmega, que passa em Amarante, está a causar um misto de dor e repulsa aos seus habitantes. Um curso de água que podia ser cristalina e cheia de peixes transformou-se, após a construção da barragem do Torrão, num charco infecto e putrefacto, mercê das descargas das ETARES da região.

A QUERCUS já está alertada para o problema e as populações sensibilizadas para a sua resolução. É preciso que vontades determinantes se movam e que as várias televisões lá vão ver aquilo em que este rio se transformou. Trata-se de um desastre ecológico e um crime ambiental.

Urge remediar este mal - ajudemos a salvar o Tâmega denunciando aos quatro ventos esta situação!


Fotos de Anabela Magalhães.

5 comentários:

  1. olá Lelé:
    Isso! Junta a tua voz (sei que não é a 1ª vez), mas precisamos de fazer muito barulho, porque quem pode e manda está surdo ou dorme profundamente. Defendendo o ambiente defendemos a nossa casa, ou lar...

    Gostei de ver a sandaloca (gira1) e os deditos da nossa Anabela Maria, eheheh, bonitinhos até dizer chega!

    Beijinho

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  2. Ema
    A Anabela ficou arrepiada de ver o "seu" rio reduzido a um lamaçal conspurcado pelas ETARES.
    Mal empregado pezinho bonito sobre aquele lodo!

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  3. Pois. Cheguei a casa e pés e sandálias foram para o tanque! Um "nonjo"!
    Obrigada, Helena, pelo apoio dado a uma causa que deveria ser defendida por todos.
    Os meus agradecimentos também à Em@, que sei que ela abraçou esta causa de alma e coração.
    Por onde anda o Ministério do Ambiente?

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  4. O Governo do PS merece nota muito negativa em matéria de questões ambientais. Aliás as questões ambientais estiveram ausentes ou foram tratadas como coisas de menor importância, nesta campanha eleitora. Negligente e incompetente tem sido a acção do Ministério do Ambiente a cujos responsáveis se aconselha o filme A Era da Estupidez. À autora deste blog se agradece a coragem da dnúncia e se deseja que os dedos não lhe doam sempre que o fizer

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  5. Caro Anónimo
    Por enquanto os dedos ainda não me doem.
    Mas, se tal acontecer, ainda tenho boca.
    Um abraço.

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