quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Um ano após a revolução, a China invadiu o Tibete



A revolução chinesa deu-se em 1949 e em 1950 as suas tropas invadiram o Tibete, anexando-o como província chinesa, contra a vontade dos seus habitantes, que desde então vivem reprimidos pela força ou exilaram-se noutros países, como é o caso do Dalai Lama.
No dia de hoje, quando todos os telejornais mostram as celebrações em Pequim, sinto um nó na garganta ao pensar não só no genocídio cultural do Tibete, como também nos milhares de estudantes trucidados na Praça Tiananmen (que, ironicamente, quer dizer Praça da Paz Celestial) pelo regime chinês.

4 comentários:

  1. Olá Lelé!
    Por estranho que possa parecer, não me importava nada de ir para a China. Fascina-me a cultura chinesa, principalmente a rural. Não me importava de passar por todo o tipo de privações.

    Mas é claro que a minha ambição é o Tibete, tal como o idealizo.

    Obrigada e beijinho

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  2. Olá Jane
    Também tenho o sonho de poder ir um dia ao Tibete. Mas gostaria de ver esse país livre do jugo administrativo e cultural da China, com a sua cultura e língua próprias. Afinal, todos os povos deveriam ter direito à sua identidade goegráfica, política, linguística, cultural e religiosa.
    Um beijo.

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  3. Este comentário foi removido pelo autor.

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  4. As comemorações do anversário da revolução jogaram na exibição do poderio chinês, mas também no espectáculo, onde eles são, de facto, muito bons!

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