sábado, 25 de fevereiro de 2012

Pudding terapêutico

(Foto da web cuja autoria não foi possível identificar)


"Pudding era apenas mais um gato abandonado quando a norte-americana Amy Jung decidiu, num ato de impulso, adotá-lo. A recompensa pela boa ação não tardou em chegar: nessa mesma noite o animal salvou a nova dona de um ataque hipoglicémico."

O resto da história aqui.

Melhor do que os de certos humanos, este comportamento leva-me necessariamente para a Filosofia Budista, segundo a qual todos os seres sensíveis devem ser reconhecidos pelo homem como sendo dignos de  respeito. 
Neste caso, mais do que respeito, ternura e gratidão. Pudding revelou muita sensibilidade, inteligência e capacidade de tomar decisões rápidas e acertadas. É caso para dizer que só lhe falta falar e marcar o 911. 
Cada vez mais se salienta a importância dos animais de companhia, sobretudo para os doentes, os solitários e os cidadãos considerados idosos. Talvez casos como o de Pudding possam levar as pessoas ligadas à Ciência a começar a encarar acerca dos animais hipóteses até aqui nunca equacionadas: por exemplo, qual a real inteligência dos nossos amigos de quatro patas.

1 comentário:

  1. A pelomenos duas amigas minhas os seus médicos aconselharam-lhes a que tivessem gatos.A primeira ficara viuva e estava a ser difícil lidar com a solidão,à noite. à segunda foi preciso mesmo uma prescrição, porque sendo casada, com filho, o marido não queria aceitar a ideia e por graça disse só se fôr com receita médica. E assim foi a médica prescreveu a companhia de um gato. E está tudo a corrr melhor.
    Tita Fan

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