Passaram 100 anos sobre o nascimento daquele que o jornal O Globo considerou "o homem que melhor escreveu um país".
O Brasil de Jorge Amado acompanhou a minha juventude nas noites incontáveis em que, presa às suas páginas, me imaginava a viajar pelos seus areais, as roças de cacau, as praias e as praças das cidades baianas.
Depois vieram as adaptações televisivas de alguns dos seus melhores romances e a seguir o cinema. Obras como"Gabriela, cravo e canela", "Dona Flor e seus dois maridos", "Tieta do Agreste" ou "Capitães da areia" ganharam forma e corpo nas imagens do écran. E com elas um novo desafio à nossa imaginação e as habituais comparações entre a obra literária e as formas narrativas associadas ao cinema.
Agora, por altura do centenário de Jorge Amado, surge um remake de Gabriela, da TVGlobo, onde aparece, surpreendentemente bem no papel, Juliana Paes e mais um excelente elenco. Apetece rever Gabriela e recordar, sempre, Jorge Amado.






