A tomada da Bastilha ocorreu a 14 de Julho de 1789. Convém assinalar o aniversário da Revolução Francesa, sobretudo em tempos como estes, em que os seus valores fundamentais de Liberdade, Igualdade e Fraternidade às vezes parecem envoltos num véu de esquecimento.
Eles foram referências inspiradoras para a Revolução Republicana que viria a ocorrer em Portugal em 1910.
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segunda-feira, 14 de julho de 2014
quinta-feira, 1 de maio de 2014
quinta-feira, 25 de abril de 2013
Zé Povinho, acordado ou dormindo?
Pois não sei!
Até quando poderão os senhores desta terra fazer tudo a seu belo parecer, desconsiderando os bolsos vazios e o cinto apertado de quem trabalha.
Não sei se o Zé Povinho está acordado ou a dormir.
Se afinal é parvo ou finge que o é.
Para menos sofrer, não quer perceber que estão a lixá-lo; não só a si, como aos descendentes que tentou criar para não deixar despovoar de todo um país, que qualquer dia só terá velhos, desempregados e reformados compulsivos.
Pobre Zé, iludido e ostracizado.
Até quando poderão os senhores desta terra fazer tudo a seu belo parecer, desconsiderando os bolsos vazios e o cinto apertado de quem trabalha.
Não sei se o Zé Povinho está acordado ou a dormir.
Se afinal é parvo ou finge que o é.
Para menos sofrer, não quer perceber que estão a lixá-lo; não só a si, como aos descendentes que tentou criar para não deixar despovoar de todo um país, que qualquer dia só terá velhos, desempregados e reformados compulsivos.
Pobre Zé, iludido e ostracizado.
quarta-feira, 25 de abril de 2012
25 de abril em Portugal e em Itália
O dia 25 de abril é feriado em Portugal e em Itália. Em ambos os países se assinala o dia da liberdade. Poucas pessoas sabem que a queda do Estado Novo (1974) coincidiu com o dia e o mês em que havia caído o fascismo em Itália.
"O “25 Aprile” deu-se em Itália em 1945. Os "partigiani" (guerrilheiros anti-fascistas) e as forças aliadas protagonizaram a libertação da ocupação das tropas nazis, pondo fim à ameaça do fascismo ressurgir no seu panorama político".
Ler mais aqui.
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
Akhenaton encontrado no lixo do Cairo
Durante a revolta no Egipto, como em todos os momentos de grande convulsão social, houve oportunismos lamentáveis. Um deles foi o roubo de tesouros do Museu do Cairo no período mais quente na Praça Tahrir, centro das manifestações e onde o Museu se localiza.
Uma estatueta, representando o faraó Akhenaton, anteriormente conhecido como Amenófis IV, foi encontrada por um adolescente num contentor do lixo e assim, felizmente recuperada.
Certamente que a estatueta não terá sido roubada para sofrer este triste fim! Provavelmente, o larápio livrou-se do objecto com receio de ser apanhado em flagrante, já que, ao que parece, os manifestantes que enchiam a praça, ao saberem das pilhagens no Museu, organizaram a guarda do mesmo, a fim de evitar o desaparecimento de mais tesouros. O meliante deve ter ficado a roer-se de raiva. Infeliz!...
A respeito do Museu do Cairo e de Akhenaton, convém lembrar o imortal Edgar-Pierre Jacobs que, no álbum "O Mistério da Grande Pirâmide" e pela boca do sheik Abdul Razek, narra:
"Quando há mais de trinta séculos Amenófis IV subiu ao trono depressa se apercebeu de que, de facto, o poder real se encontrava nas mãos dos sacerdotes de Amon. Resolvido a desembararçar-se desta intolerável tutela, e, por outro lado, obedecendo à sua natureza profunda, o jovem faraó instala um novo culto, o de Aton, disco solar, divindade suprema e única, símbolo de pureza e de luz.
Depois, vendo os seus desígnios combatidos pela religião tradicional, o faraó aniquila-a, fecha os seus templos e dispensa os seus sacerdotes. Seguidamente abandona Tebas, vai fundar uma nova capital e muda o seu próprio nome de Amenófis para Akhenaton, isto é, espírito de Aton."
(Obra citada, Ed.Livraria Bertrand, 1979, pág. 49)
Luís Diferr
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