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segunda-feira, 11 de junho de 2012

Memórias de Auschwitz


Photo/Fot. Paweł Sawicki 
"The 70th anniversary of the mutiny and escape of prisoners from penal company in Auschwitz II-Birkenau (10 June 2012). August Kowalczyk, the last living participant of the escape was an honorary guest of the ceremony. He gave his testimony and commemorated the victims of the camp at the site of the escape. 
The Museum is a state institution, reporting directly to the Polish Minister of Culture and National Heritage. On December 31, 2008, there were 253 people employed at the Museum. This number does not include approximately 230 rigorously trained guides, who work in 15 languages. The International Center for Education about Auschwitz and the Holocaust has been operating at the Museum for several years."


Para que a memória nunca nos falte, é útil de vez em quando reavivar as mentes sobre aquele que foi talvez um dos maiores genocídios da História da Humanidade: o Holocausto nazi. 
Auschwitz é um dos lugares de memória, na Polónia, que já foi vandalizado mais de uma vez. 
Não podemos deixar que sejam destruídos lugares como este, pois o objetivo é obviamente destruir provas onde as memórias do terror nazi estão justamente mais vivas. Hoje é um Museu, a preservar e apoiar.

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Memória do holocausto


On January 27, 1945, on Saturday, at around 9 a.m. the first Russian soldier from a reconnaissance unit of the 100th Infantry Division appeared on the grounds of the prisoners' infirmary in Monowitz. The entire division arrived half an hour later. The same day a military doctor arrived and began to organize assistance.
In the afternoon soldiers of the Red Army entered the vicinity of the Auschwitz main camp and Birkenau. Near the main camp they met resistance from retreating German units. 231 Red Army soldiers died in close combat for the liberation of Auschwitz, Birkenau and Monowitz. Two of them died in front of the gates of Auschwitz main camp. One of them was Lieutenant Gilmudin Badryjewicz Baszirow. 
The first Red Army troops arrived in Birkenau and Auschwitz at around 3 p.m. and were joyfully greeted by the liberated prisoners. After the removal of mines from the surrounding area, soldiers of the 60th Army of the 1st Ukrainian Front marched into the camp and brought freedom to the prisoners who were still alive. On the grounds of the main camp were 48 corpses and in Birkenau over 600 corpses of male and female prisoners who were shot or died in the last few days.
At the time of the Red Army's arrival there were 7,000 sick and exhausted prisoners in the Auschwitz, Birkenau and Monowitz camps.
Auschwitz Memorial / Muzeum Auschwitz

Para que a memória deste horror  nunca se apague e a História nunca consinta a repetição de semelhante barbárie.  

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Dia da memória do holocausto nazi



No dia 27 de Janeiro de 1945 foram derrubados os portões do campo de extermínio de Auschwitz, onde foram presos, torturados e mortos milhares de judeus e resistentes ao regime nazi.
Neste dia Auschwitz foi libertado pelas tropas soviéticas.
Este campo de concentração pertencente à Alemanha, hoje em território polaco, foi transformado em museu em 1947 e está aberto a visitas, cerca de 700 mil por ano, para que o mundo não perca a memória do holocausto.
A data de hoje é comemorada em todo o mundo como um dia de libertação, o International Holocaust Remembrance Day.

sexta-feira, 12 de março de 2010

Holocausto 65 anos depois


Menina : - Tenho que lhe dizer uma coisa, senhor... Tem no seu braço uma tatuagem sem graça nenhuma. É só um montão de números…

Senhor : - Bem teria a tua idade quando ma fizeram. Mantenho-a como uma recordação.

Menina : - Oh ! ... Uma recordação de dias mais felizes ?

Senhor : - Não, de um tempo em que o mundo ficou louco. "Imagina-te a ti mesma num país em que os teus compatriotas seguem a voz de um político extremista que não gostava da tua religião. Imagina que te tiravam tudo, que enviavam toda a tua família para um campo de concentração, para trabalhar como escravos, e ser assassinados sistematicamente. Nesse sítio te tiravam até o teu nome para ser substituído por número tatuado no teu braço.
Chamou-se a isso “O Holocausto”, quando milhões de pessoas foram mortas só pelas sua crenças religiosas..."

Menina : - Então tu usas essa tatuagem para recordares o perigo das políticas extremistas !

Senhor : - Não, querida. É para que tu o recordes.

Passaram já 65 anos, desde que terminou a 2ª Guerra Mundial na Europa. Este e-mail está a ser reenviando como uma cadeia comemorativa, em memória dos 6 milhões de judeus, 20 milhões de russos, 10 milhões de cristãos e 1.900 sacerdotes católicos que foram assassinados, massacrados, violados, mortos á fome e humilhados com os povos da Alemanha e Rússia olhando para o outro lado.

Agora, mais que nunca, com o Iraque, Irão e outros proclamando que “O Holocausto” é um mito, é imperativo assegurar que o Mundo nunca esqueça.

(Recebido por e-mail)

Clique sobre a imagem para ampliar.

Em memória de Irena Sendler



Uma senhora de 98 anos chamada Irena acabou de falecer.
Durante a 2ª Guerra Mundial, Irena conseguiu uma autorização para trabalhar no Gueto de Varsóvia, como especialista de canalizações.
Mas os seus planos iam mais além... Sabia quais eram os planos dos nazis relativamente aos judeus (sendo alemã !).
Irena trazia meninos escondidos no fundo da sua caixa de ferramentas e levava um saco de serapilheira, na parte de trás da sua camioneta (para crianças de maior tamanho). Também levava na parte de trás da camioneta, um cão a quem ensinara a ladrar aos soldados nazis quando entrava e saia do Gueto.
Claro que os soldados não queriam nada com o cão e o ladrar deste encobriria qualquer ruído que os meninos pudessem fazer.
Enquanto conseguiu manter este trabalho, conseguiu retirar e salvar cerca de 2500 crianças.
Por fim os nazis apanharam-na e partiram-lhe ambas as pernas e os braços e prenderam-na brutalmente.
Irena mantinha um registo com o nome de todas as crianças que conseguiu retirar do Gueto, que guardava num frasco de vidro enterrado debaixo de uma árvore no seu jardim.
Depois de terminada a guerra tentou localizar os pais que tivessem sobrevivido e reunir a família. A maioria tinha sido levada para as câmaras de gás. Para aqueles que tinham perdido os pais ajudou a encontrar casas de acolhimento ou pais adoptivos.
No ano passado foi proposta para receber o Prémio Nobel da Paz... mas não foi seleccionada, quem o recebeu foi Al Gore por uns diapositivos sobre o Aquecimento Global.
Não permitamos que alguma vez, esta Senhora seja esquecida.

(Recebido por e-mail)