sexta-feira, 12 de junho de 2009

"Ministério da Educação ao seu pior nível"


Ao seu pior nível, Ministério da Educação insiste no confronto com os Professores

Em reunião no ME (12/06/2009), delegação da FENPROF, dirigida pelo Secretário Geral, Mário Nogueira, apresentou propostas para aliviar a tensão e o confronto na Educação

"A FENPROF avalia de forma extremamente negativa a reunião desta sexta-feira, dia 12 de Junho, em que o Secretário de Estado Adjunto e da Educação, mantendo-se inflexível, reafirmou a defesa das posições mais negativas do ME em relação à carreira docente, designadamente a sua fractura e a divisão dos docentes em categorias hierarquizadas. Para a reunião de dia 16 de Junho, em que estarão em discussão as regras para selecção de docentes para as escolas de ensino artístico, bem como algumas alterações ao regime jurídico da formação contínua, a FENPROF aguardará uma resposta clara do ME sobre a sua disponibilidade para uma revisão (a) séria(o) do ECD. Se tal não acontecer, a FENPROF passará a avaliar, reunião a reunião, a importância de estar presente, admitindo não comparecer nos casos em que as mesmas se limitarem a simular a existência de um processo negocial.
Obviamente que não havendo, da parte do ME, abertura para a efectiva negociação e para encontrar solução para alguns dos problemas mais graves que afectam os professores e a vida das escolas, a FENPROF empenhar-se-á na mobilização dos docentes para prosseguirem a luta que, de há muito a esta parte, têm vindo a desenvolver."

O Secretariado Nacional da FENPROF 12/06/2009

(poderá ler o resto do artigo aqui.)

Meu Comentário:
A atitude de arrogante sobranceria nas negociações, onde nada se negoceia e tudo é colocado como facto consumado não é nada de novo, nem sequer surpreendente.
Nada faria prever que na reunião de hoje algo corresse de forma diferente.

Penso que nesta fase pouco mais se poderá alterar, esperando que haja uma massiva comparência às eleições legislativas para retirar esta equipa ministerial definitivamente, assim como o governo que a suporta.

E isso está - também - na mão dos professores e das suas famílias.

2 comentários:

  1. Subscrevo, Helena.
    Andamos a chover no molhado.

    Beijo e excelente fim-de-semana.

    ResponderEliminar
  2. Com esta gente já se viu que que não há qualquer argumentação possível.

    Chover no molhado, bater com a cabeça contra um portão, ou as negociações que nunca o são.

    Beijo.

    ResponderEliminar